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Gerenciar emoções ajuda a emagrecer

Você sabia que o “efeito sanfona” pode estar ligado ao desequilíbrio emocional, sugar baby? É o que defende Rodrigo Fonseca, especialista em Inteligência Emocional e fundador da Sbie – Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional. “É preciso reconhecer um gatinho emocional. São variadas as ações que podemos extravasar as emoções que sentimos durante a vida, como a culpa, carência, tristeza, raiva, ansiedade e até mesmo a alegria. Isso porque essas emoções provocam diferentes reações em cada um, e geram respostas diferentes: crises nervosas, choro compulsivo, sentimento de raiva, tendência autodestruitiva, euforia e, também, comer de maneira compulsiva. A fome emocional é só um dos exemplos de como o corpo tenta extravasar algum desequilíbrio. Ao comer compulsivamente, a pessoa desconta suas emoções na comida, encontrando nela uma válvula de escape”.

Alguns sinais são evidentes de que o corpo pode estar sofrendo com o descontrole emocional. “Comer mesmo quando não está com fome, descontar as situações de estresse na comida e comer para se sentir emocionalmente satisfeito, usando a comida como recompensa”, fala o consultor.

A Inteligência Emocional é indispensável para manter o foco na reeducação alimentar e reconhecer quais as barreiras emocionais que impedem o emagrecimento saudável. “Faça uma lista com os hábitos que impedem seu processo de emagrecimento e identifique quais as emoções que despertam sua vontade de comer. Para eliminar a fome emocional é preciso traçar novos caminhos para aliviar esses sentimentos sem a comida e encontrar alternativas práticas para acalmar seus sentimentos”, finaliza.

Renata Rode

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