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Mônica Martelli sobre desilusões amorosas

Uma mulher que eu admiro muito e acho linda, elegante e talentosa é a Mônica Martelli. Além de excelente atriz e uma das apresentadoras do Saia Justa, a lindona escreve como colaboradora para o site da Claudia. Li um artigo em que ela conta como devemos superar nossos términos que mais nos machucam.  

Assim como ela, eu discordo dos poetas que dizem que o amor perdoa e cura tudo. Não é bem assim. O amor não sobrevive a todo custo. Ele precisa de ajuda para ser mantido saudável e para prosperar. Diferenças excessivas, desejos desencontrados e valores distintos minam qualquer relação, mais cedo ou mais tarde.

Quando há um rompimento, a dor é dilacerante. A gente fica sem quem a gente ama, mas o sentimento ainda está ali. Lembramos do que foi bom, do que foi ruim, dos abandonos e dos acolhimentos. Temos que ter fé no tempo porque sim, vai passar. Não tente lutar contra. Os flashes vão ficando mais esporádicos até você perceber que está há horas sem pensar nele.

Sobre o Luto da Desilusão

Mônica diz que coleciona muitas desilusões difíceis, mas que nenhuma delas a mataram. Cada luto é diferente do outro, depende de como foi o fim. A regra é que você viva sim o sofrimento, mas que faça algo para se distrair.

Viaje para outro país, renove seus pensamentos, crie um novo hobby. Mônica também dá um conselho lindo que ela aprendeu com a maravilhosa escritora Martha Medeiros. Escreva em papéis pequenos tudo o que lhe faz mal e que você quer se livrar. Todos os sentimentos desagradáveis e dolorosos. Essa é uma forma simbólica de você fortalecer seu coração e não se perder. Logo, logo você estará pronta para amar e ser feliz de novo.

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