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Quem esconde melhor uma traição?

A habilidade de esconder melhor uma traição e a percepção de que um relacionamento extraconjugal ocorreu na vida do parceiro, definitivamente, é das mulheres, sugar baby! Seja pelo sexto sentido ou pela sensibilidade mais desenvolvia e apurada, elas são capazes de detectar uma pulada de cerca apenas com o olhar, dizem as pesquisas. A Universidade da Austrália Ocidental – University of Western Austrália – foi investigar. Os seus estudos revelaram que os homens têm dificuldade em julgar e constatar a infidelidade no rosto de uma mulher. Elas, ao contrário, são certeiras na avaliação.
A infidelidade é um comportamento complexo e, apesar de a traição estar relacionada a fatores sociais, culturais e de personalidade, os homens têm uma tendência maior a cometer uma traição, principalmente após o sétimo ano de relacionamento, quando a fase da paixão já passou e os sentimentos estão assentados na convivência diária. Eles agem mais impulsivamente, decidem rapidamente se querem ou não trair, enquanto elas refletem e ponderam até tomar uma decisão. O poder da atração e do desejo sempre tem um peso elevado, mas 25% deles garantem que há sentimento envolvido. E a infidelidade não acomete somente casais infelizes, muitos daqueles que estão em um relacionamento considerado satisfatório também podem cometer uma traição. Os motivos são diversos: o desejo pela aventura e por novas emoções, comprovar se realmente está com a pessoa certa, ceder e concretizar uma atração sexual, acreditar que a infidelidade não significa falta de amor pelo companheiro oficial, tédio no relacionamento, oportunidade e achar que a traição é parte natural e aceitável de qualquer relação.
A falta de intimidade emocional e de comunicação também pode facilitar a ocorrência de uma traição, ou seja, é um fator de risco que merece atenção. Os “traidores” parecem não estar dispostos a investir tempo e energia nos seus relacionamentos. Fica mais fácil partir em busca de novas paixões e “ir levando” a relação atual paralelamente. E, devemos reconhecer, em tempos de confinamento social, com mais tempo em casa e ao lado do parceiro, o esgotamento emocional é inevitável se não for tratado com o merecido cuidado.

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